Futebol de base: quem não sonhou? Capítulo 10 – Raphael Aflalo

4

Apuração e entrevista de Ronald Capita. Texto de Gabriel Carneiro.

No futebol, rodagem é sinônimo de experiência. E experiência, especificamente no Brasil, é sinônimo de inutilidade. Não são raros os casos de jogadores veteranos que sofrem para encontrar time por já não serem mais garotos. E às vezes esses caras nem têm chance de provar que ainda merecem espaço. Mas experiência, aquela que ativa o desenvolvimento, é algo que deveria ser mais valorizado do que realmente é. E rodagem não é, necessariamente, ruim. Ser um jogador rodado não significa ser um jogador velho, e nem inútil. Pelo contrário. Rodagem dá conhecimento de causa, nos deixa calejados, prontos para qualquer desafio. Até para quem nasceu em julho de 1996.

1506768_613245358711172_1737566304_n

Para quem nasceu em 1996 e acumulou passagens por dois grandes clubes de São Paulo, Santos e Corinthians, e dois periféricos, Jabaquara e Flamengo de Guarulhos. Para quem já mudou de posição, de modalidade, interrompeu a carreira e fez parte de um elenco histórico de um clube em ascensão – veja o que o parceiro Ronald Capita falou sobre essa campanha no blog dele. Esse jogador rodado, nascido em 1996 e já com tanta história para contar, é o Raphael Aflalo, goleiro de 17 anos, que tem contrato com o Corinthians e está emprestado à franquia do Timão em Guarulhos para a disputa da Série A3 do Paulistão em 2014. Profissional, apesar da possibilidade de jogar na base por mais três temporadas.

3

“Eu acho que Corinthians está muito forte com goleiros de base. E me acho bem competente, também, porque fui aprovado nos testes do clube e alguma coisa eu tenho para eles me aceitarem. O goleiro, além de ser bom, tem que ter sorte”, afirma Aflalo, que assinou com o Timão no ano passado, aprovado por três semanas de testes logo após a disputa da “Bezinha”, a tradicional quarta divisão do Campeonato Paulista, pelo Jabaquara. Sem o trabalho demonstrado no Jabuca, nada disso teria acontecido.

Aos sete anos de idade, Raphael começou a trajetória no futebol como jogador de linha, cinco anos após chegar a Santos, cidade natal de sua mãe. Já no ano seguinte, foi deslocado para o gol e de lá não saiu mais. Na Baixada, foi treinar na equipe mais bem estruturada da região, o Santos FC. Permaneceu por lá dos 7 aos 12 anos, mostrando postura de liderança e maturidade para jogar no gol, uma posição geralmente evitada por iniciantes. E isso tudo no salão. Só aos 13 é que passou a integrar as categorias de base do futebol de campo do Peixe, mas problemas externos acabaram atrapalhando sua trajetória: o mau desempenho na escola.

165355_183832978317735_3626489_n

O tema já foi bastante abordado por aqui. Mas, a contragosto da maioria dos garotos, constantemente, os clubes e pais têm exigido freqüência e alto rendimento na escola, mesmo que o tempo acabe sendo dividido com o esporte. Rapha Aflalo viu as cobranças sendo ampliadas, as equações dificultadas, as orações coordenadas impossíveis de identificar e… acabou retido, repetindo um ano na escola. Pressionado por todos os lados, desistiu do futebol e do Santos por um tempo, descuidou do físico e se desiludiu. A ociosidade o fez notar que o futebol era parte importante de sua vida, e talvez seu futuro. Por aproximadamente um ano, treinou na praia, sozinho, à espera de um sinal ou uma chance de retornar.

E ela aconteceu. No início de 2013, quando o Jabaquara abriu testes para suas categorias de base e aprovou o jovem goleiro, então com 16 anos, e que só foi tentar a sorte novamente influenciado pelos pais. Lá, conheceu o preparador de goleiros Ricardo Navarro, que se tornou amigo e conselheiro, “um irmão”, como ele define. A estrutura deficitária do Jabuca e o assédio de um empresário foram elementos que acabaram levando Aflalo a três semanas de testes no Corinthians, onde acabou aprovado para iniciar uma nova história.

484187_548887635145599_1568366758_n

Emprestado ao Flamengo de Guarulhos, franquia do Corinthians na base, o goleiro teve ascensão meteórica na disputa da Copa São Paulo de Juniores, em 2014. Com a camisa 12 e a confiança do técnico Caco Espinoza, foi titular durante a história campanha da modesta equipe da Grande São Paulo, que “formou uma família”, e jamais havia chegado tão longe no principal torneio de base do futebol brasileiro.

“Nosso time foi muito bem mesmo, mas tudo porque a gente tinha um grupo muito unido, muito forte. Era muito mais que um grupo, era uma família, porque fomos muito bem mesmo com a Federação tirando o nosso mando. Se nós fizéssemos todos os jogos no estádio do Flamengo iríamos mais longe com o apoio da torcida, mas faz parte. Achei que o time foi bem. E pessoalmente também acho que fui bem, pois foi meu primeiro ano de júnior e na Copinha, e eu me senti muito seguro, tranquilo e confiante”, admite o jovem goleiro, que agora formará o elenco profissional do clube de Guarulhos para a disputa da Série A3 do Paulistão.

Com apenas 17 anos de idade, Raphael Aflalo passou por quatro clubes, e sabe que está apenas começando sua trajetória no futebol. Sabe que nem tudo é como se quer. E sabe que experiência pode significar estar um passo à frente de seus concorrentes. E mais uma grande história já está sendo escrita.

Marcado com: , , , ,
Publicado em futebol

[ESPECIAL]: Campanha histórica do Fla Guarulhos na Copa SP de 2014

A equipe de Guarulhos, cuja sede está localizada na Rua Bezerra de Menezes, bairro Jardim Tranquilidade, e é comandada pelo técnico Caco Espinoza, fez história na Copa São Paulo de 2014, obtendo sua melhor campanha na história graças à classificação inédita para as fases de mata-mata. O Corvo, apelido dado aos torcedores do Flamengo de Guarulhos à equipe, teve garra, determinação e superou-se em todos os aspectos possíveis.

Às vésperas de completar-se um mês do fim da Copa São Paulo, vencida pelo Santos Futebol Clube, o blog “Fala, Capita!” conta em detalhes, e com depoimentos exclusivos de jogadores e do treinador do Flamengo de Guarulhos, a vitoriosa campanha do Corvo.

OS PRIMEIROS PASSOS

No primeiro jogo, contra o desconhecido Imagine, de Tocantins, o Flamengo venceu e convenceu. A equipe rubro-negra não tomou conhecimento do estreante na Copinha e goleou por 9 a 0, com direito a quatro gols do atacante Fabrício Lima e dois de Rogério Guaxupé. Murilo Augusto, Paulo Souza “Keké” e Paulo Vitor “Carioca” completaram o marcador a favor da equipe mandante, configurando a maior goleada da primeira rodada.

Tendo marcado quatro gols diante da equipe de Tocantins, Fabrício Lima conta o sentimento de ter marcado um hat-trick logo na estreia de sua equipe.

“É uma ótima sensação, mas primeiramente agradeço a Deus pelas oportunidades e meus companheiros, por quê se não fossem eles não conseguiria né?! mas é uma sensação muito boa poder fazer aquilo que gosta e se sair bem”, exaltou o artilheiro flamenguista.

Após marcar quatro gols, rendeu ao atacante Fabrício Lima um apelido curioso, em alusão à Jackson Five, considerado por muitos um dos ídolos da história recente do Flamengo de Guarulhos, o apelido de “Fourbrício”.

“É sempre bom ter o trabalho reconhecido e até mesmo que se eu conseguisse marcar cinco gols, acho que seria Fivebricio, né?! (risos) mas é bom pelo trabalho reconhecido”, concluiu.

Ainda na primeira fase, o Flamengo enfrentou a equipe do Juventus, do bairro da Mooca. O time da casa encontrou dificuldades dentro de um jogo pegado e de muita marcação. Aos seis minutos do primeiro tempo, Bruno Santiago, do Juventus, abriu o placar pra equipe grená. Após sair atrás do placar, a equipe de Caco Espinoza consegue o empate por meio dos pés do camisa 11 Guaxupé. Raikard, do Juventus, coloca sua equipe novamente à frente do marcador. Após sair atrás do placar pela terceira vez, Paulo Souza, o Keké, desempatou para a equipe guarulhense. Em seguida, Alex Augusto completou o placar aos 89 minutos.

O volante Murilo Augusto, camisa 7 do time e autor de um dos gols da vitória do Flamengo de Guarulhos diante da equipe do Juventus da Mooca, comentou ao “Fala, Capita!” qual a maior dificuldade encontrada diante da equipe grená.

“A maior dificuldade encontrada por nós contra a equipe do Juventus foi termos que correr atrás do resultado com a equipe deles sempre à frente no placar”, admite.

Murilo, ainda falou sobre a sensação de marcar um dos gols da classificação rubro-negra em um jogo disputado, como este contra o Juventus.

“A sensação é uma das melhores possíveis. Não só pelo gol, mas também pelo fato de ter corrido junto com meus companheiros de equipe e termos conseguido a vitória contra a Juventus, que valeu a classificação e mais três pontos para a nossa equipe”, relata.

Por fim, não tem como esconder o sentimento de entrar para a história de um clube como o Flamengo e de uma cidade de Guarulhos, que enfim ganhou um clube classificado para a segunda fase da Copinha.

“É o sentimento de que sempre serei lembrado pelo clube e pela cidade onde localiza-se por ser um fato inédito na história de ambos”, diz, emocionado.

A GLÓRIA DO FLAMENGO DE GUARULHOS

No último jogo da primeira fase o Flamengo encarou o clube que era, para muitos, um dos favoritos de seu grupo, o Vitória/BA. No Estádio Ninho do Corvo, em sua casa, a equipe da Grande São Paulo abriu o placar com o camisa 10 Marcinho, aos 20 minutos da primeira etapa de jogo. Aos 53 minutos, o zagueiro Rafael marcou um golaço após escanteio cobrado pelo lateral-direito Guilherme Placca. O jogo parecia tranquilo, o Flamengo dominava a partida e se recuava. Aos 64 minutos, já no segundo tempo, Álef, do Vitória, marcou para a equipe baiana o que seria o seu único gol e o de sua equipe na casa do adversário. Com esse resultado, não havia mais dúvidas: o Corvo estava, definitivamente, classificado.

Autor de um golaço de voleio contra o Vitória, o zagueiro Rafael comenta que o gol gerou brincadeiras por partes dos companheiros.

“É, realmente foi um belo gol. Acredito que tenha sido um dos mais bonitos que já fiz em minha carreira. Normalmente costumo fazer gols de cabeça. Graças a Deus tive a felicidade de estar na hora certa, no momento certo, e dentro da área, para acertar um belo gol de voleio. Até brincaram dizendo que o gol parecia com gol de centroavante”, diz, aos risos.

Rafael Castro se define como um bom cabeceador, e revela seus segredos ao “Fala, Capita!”: ele sempre procura se aprimorar nos treinamentos.

“Costumo levar perigo à área dos adversários quando é bola parada. Nos treinamentos procuro aprimorar o cabeceio e isso acaba sendo um dos meus pontos mais fortes”, reconhece.

Apesar do sucesso nos treinamentos, Rafael pregou o total respeito ao Vitória, e ressaltou a importância da torcida no resultado positivo.

“É uma grande equipe, que temos que respeitar, ainda mais na ocasião em que ambas as equipes se encontravam. Mas, jogando em casa, com essa torcida maravilhosa, e a um ponto de fazermos história para o clube e sua cidade, tínhamos que ir para cima e mostrar que mesmo eles sendo favoritos quem mandava ali era a gente”, exaltece.

Por fim, o zagueiro aponta quais teriam sido os fatores positivos e negativos diante do confronto contra a equipe do Vitória, no Ninho do Corvo.

“Os fatores negativos vieram através dos positivos. Devido ao fato de estarmos fazendo história, sendo uma das melhores equipes dentro da competição e, pela primeira vez, o Flamengo de Guarulhos ter avançado à segunda fase da Taça São Paulo. Tivemos um pouco de displicência no final do jogo, quando levamos o gol e, com isso, permitiu que a equipe adversária crescesse na partida. Mas, na verdade, não víamos a hora de ouvir o apito final”, conclui.

A SEGUNDA FASE

Mandante, porém fora de sua sede, a equipe guarulhense foi até a cidade de São Carlos, sede do Palmeiras na Copinha de 2014, mostrar sua força e seu poder ofensivo. Logo no início de jogo contra o Verdão, o camisa 11 Chistopher, do Palmeiras, abriu o placar para a equipe alviverde, batendo no canto direito do goleiro com chute de perna esquerda, aos três minutos. Logo após a equipe alviverde abrir o placar, aos já aos 16 da primeira etapa, o camisa 9 Fabrício deu uma bela assistência ao seu companheiro Carioca, que chutou na saída do goleiro Vinícius. Era o gol de empate da equipe de Guarulhos.

Aos 24 minutos do primeiro tempo de jogo, Josimar cruzou a bola para o camisa 8 palmeirense Matheus Gonçalves, nas costas de Guilherme Placca. O jogador fez jogada individual, cortou os defensores do Flamengo, e chutou, marcando um golaço que deixou a equipe alviverde à frente do placar. Um minuto após o gol do time do técnico Diogo, Rogério Guaxupé pegou uma bola e tentou o chute, defendido pelo goleiro Vinícius. A sobra ficou para Fabrício Lima, que tocou para Paulo Vitor “Carioca” concluir a gol. Era o gol do empate entre as equipes paulistas.

A partir daí, não parou mais. Guaxupé e Lima fizeram dois gols a favor da equipe guarulhense, um aos 62 minutos e outro aos 70, após dividida com o goleiro do Palmeiras. Parecia que o placar estaria resolvido, mas após o gol do camisa 9 guarulhense, o também camisa 9 do alviverde descontou para sua equipe. Aos 49 da etapa final, o árbitro Luiz Carlos Ramos Júnior apitou e termina a partida na cidade de São Carlos. A Associação Atlética Flamengo entrava para a história da Copa São Paulo com uma das melhores campanhas, derrotava o rival Palmeiras na fase preliminar e avançava às oitavas pela primeira vez em sua história.

Da cidade de Piracicaba, Alex Augusto Pereira de Alcântara, o camisa 19 da Associação Atlética, fala sobre a sensação de vencer o rival Palmeiras, desta vez atuando com a camisa rubro-negra guarulhense.

“Foi muito bom. Todos nós levamos como um clássico e jogamos de igual para igual. Não é porque estamos atuando pelo Flamengo que não vamos respeitá-lo. Na teoria é a mesma coisa, só que com a camisa do Corinthians acaba sempre tendo um peso a mais. Mas não é porque não estamos no time principal do clube que nós não vamos nos dedicar, nos esforçar e nos empenhar para fazermos um grande trabalho com a camisa do Flamengo”, exaltou o jogador emprestado pelo Corinthians.

Treinado pelo “jovem experiente” técnico Caco Espinoza, de 33 anos, o camisa 19 rubro-negro conta ao “Fala, Capita!” qual foi a palavra do comandante no vestiário para motivar a equipe de Guarulhos.

“A palavra que o professor sempre utilizava no vestiário era que a Taça São Paulo era um mostro para nós, que a cada jogo tínhamos que quebrar uma parte desse monstro e tínhamos sempre que ter coragem”, entregou Alex Augusto.

NA CAPITAL, O ÚLTIMO ATO

Novamente fora de sua sede, mas mantendo o mando de campo, desta vez no Estádio Nicolau Alayon, na Barra Funda, contra a equipe do Atlético Mineiro, o jogo foi nervoso, e a equipe flamenguista estava visivelmente cansada. Aos 16 minutos do primeiro tempo, o camisa 2 Alex, do time do técnico Rogério Micale, invadiu a área pela direita e bateu na saída do goleiro Raphael Aflalo. Após bobeada da defesa do time de Guarulhos, o camisa 13 Adam cometeu pênalti duvidoso em cima do atacante Carlos. Na cobrança, o camisa 10 alvinegro Dodô chutou de perna direita no canto esquerdo do goleiro adversário.

Aos 64 minutos, Dodô tentou o chute, acertou o travessão e em seguida Carlos pegou o rebote para marcar o terceiro gol da equipe mineira. Após cobrança de escanteio, o zagueiro Rafael Castro cabeceou para a defesa do goleiro Uilson. Enquanto a equipe de Minas dominava o jogo, que caminhava para o final, Lucas, do Galo, chutou forte e acertou o travessão da equipe flamenguista. Em rebote, Carlos, de novo, deixou o dele, aos 76 da etapa final.

O sonho dos torcedores da Associação Atlética Flamengo estava indo por água abaixo, a tão sonhada classificação para as quartas de finais da Copa São Paulo de Futebol Júnior era algo impossível. O placar parecia decidido quando o atacante Carlos, pela terceira vez, marcou para o Galo, aos 87, fechando o caixão. Com uma sonora goleada por 5 a 0, a equipe do técnico Caco Espinoza estava eliminada da competição com uma campanha de 80% de aproveitamento: cinco jogos, quatro vitórias e uma derrota.

Filho do experiente Valdir Espinosa e técnico do Flamengo de Guarulhos na Copa São Paulo, Caco Espinoza acredita ter feito um grande trabalho.

“A nossa campanha foi muito boa, porque começamos goleando, no jogo seguinte conseguimos uma virada aos 46 do segundo tempo, e no terceiro jogo contra o Vitória tivemos uma atuação digna de classificação em primeiro lugar da chave. Contra o Palmeiras mais uma virada espetacular. Até então conseguimos manter o mesmo ritmo de jogo, com marcação muito forte e visando o gol todo o jogo. Já contra o Atlético-MG não conseguimos manter essa mesma intensidade, por uma série de fatores, como pouco tempo de intervalo entre os jogos, grama muito alta e, claro, a qualidade do adversário, que soube impor seu estilo de jogo e utilizou uma excelente estratégia, sendo muito compacto e atacando com muita eficiência. Mas no geral a campanha foi muito boa e fizemos ótimos jogos contra grandes adversários. Isso, para formação dos jogadores, é fundamental”.

Já quando questionado sobre os fatores positivos e negativos da campanha de sua equipe e da goleada sofrida diante do Atlético Mineiro, Caco salienta:

“Os pontos positivos foram a dedicação, a união, concentração e obediência tática e estratégica dos jogadores.  Eles foram os principais pontos positivosContra o Galo, nos abatemos muito com o pênalti marcado e consequentemente o segundo gol tomado. Não tivemos o mesmo poder de reação dos outros jogos.  Assim, saímos desordenadamente pro ataque e ficamos vulneráveis na defesa, terminando com o resultado muito elástico, não demonstrando o equilíbrio entre os dois times”, concluiu o comandante da equipe de Guarulhos.

(Foto: Guilherme Kastner – Folha Metropolitana de Guarulhos)

(Foto: Guilherme Kastner – Folha Metropolitana de Guarulhos)

Fabrício Lima, Rafael Castro, Paulo Vitor “Carioca”, Márcio Júnior e Murilo Augusto, aderindo à moda do “100 risadinha” em comemoração de um dos gols contra o Palmeiras, em São Carlos, válido pela fase preliminar da Copinha.

Quer saber mais informações sobre o Flamengo de Guarulhos e outros assuntos?

Sigam no Twitter: RonaldCapita

Marcado com: , , ,
Publicado em futebol

Sejam bem-vindos, amigos leitores!

Olá, amigos leitores!

Sou Ronald “Capita“, mais conhecido como Capita. Estou no primeiro ano do ensino médio e pretendo me formar em jornalismo. 15 anos, com passagens e participações por Blog Futebol na Rede, Esporte na Web, Kadeira Kativa, Voz Caiçara e PSG Brasil. Devido a falta do que fazer (sim, isso mesmo), resolvi criar esse espaço para comentar com vocês e para vocês sobre futebol e os mais variados assuntos aqui neste

Torcedor da Associação Atlética Flamengo de Guarulhos, como vocês veem no Blog Fala, Capita!, tive a honra de poder presenciar grandes jogos do clube da Grande São Paulo pelo Campeonato Paulista da Série A-3 e a Copa São Paulo de Futebol Júnior in-loco. Aproveitando esse espaço pretendo quando possível comentar um pouquinho sobre o rubro-negro guarulhense.

Não irei estipular uma programação para postagens. Sempre que estiver conteúdo (e tempo) manterei atualizado.

Fica meu agradecimento a todos àqueles que me deram respaldo para a criação desse espaço.

1609068_285738894908178_1797878026_o

logotipo do blog Fala, Capita – arte: Daniel Matos

“Escolha um trabalho que você ame e não terás que trabalhar um único dia em sua vida”.

Sigam no Twitter:  https://twitter.com/RonaldCapita

Marcado com: , , , , , , ,
Publicado em Sem categoria
n°s do Fala, Capita!
  • 963 cliques
agosto 2017
D S T Q Q S S
« mar    
 12345
6789101112
13141516171819
20212223242526
2728293031